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TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO E DE COMPRA E VENDA

DO SITE "Digirio Web & Design"

Estes termos e condições gerais de uso e de compra e venda aplicam-se aos serviços prestados por:

Nome: Claudio de Carvalho Silva
Estado civil: Solteiro
Nacionalidade: Brasileiro
P
rofissão: web designer
Carteira de Identidade (RG): 007.419.901 - 9
E
mitida por SESP - RJ
E
m 07/06/2000
CPF: 887.315.457 - 34
Residente em:
Rua do Catete, 214
Casa 28 - apartamento 102
Catete
Rio de Janeiro
RJ

Por meio do site Digirio Web & Design, com o seguinte endereço eletrônico:
www.digirio.com



1. DO OBJETO

O site Digirio Web & Design caracteriza-se pela prestação dos seguintes serviços, incluindo a venda à distância e por meio eletrônico de produtos e de serviços:

Criação, acompanhamento e manutenção da Identidade Digital de seus clientes, através dos serviços de:
- Criação, manutenção e hospedagem de sistemas de gerenciamento de conteúdo para web (sites e sistemas online)
- Criação de logomarca
- Campanhas de divulgação online
- Administração de conteúdo em redes sociais



2. DA ACEITAÇÃO DOS TERMOS E CONDIÇÕES GERAIS DE USO
E DE COMPRA E VENDA

Todos aqueles que desejarem ter acesso aos serviços ofertados através do site Digirio Web & Design deverão, primeiramente, se informar sobre as regras que compõem o presente instrumento, as quais ficarão disponíveis para pronta e ampla consulta, em link direto no próprio site.

Ao utilizar o site Digirio Web & Design, o usuário aceita integralmente as presentes normas e compromete-se a observá-las, sob risco de aplicação das penalidades cabíveis. Antes de iniciar qualquer navegação no site, o usuário deverá cientificar-se de eventuais modificações ou atualizações ocorridas neste termos.

Caso não concorde com quaisquer das regras aqui descritas, o usuário deve, imediatamente, abster-se de utilizar o serviço. Se for de seu interesse, poderá, ainda, entrar em contato com o serviço de atendimento ao cliente, para apresentar-lhe as suas ressalvas.



3. DA NAVEGAÇÃO

O editor do site Digirio Web & Design se compromete a utilizar todas as soluções técnicas à sua disposição para permitir o acesso ao serviço 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana. Entretanto, ele poderá, a qualquer momento, interromper, limitar ou suspender o acesso ao site ou a algumas de suas páginas, a fim de realizar atualizações, modificações de conteúdo ou qualquer outra ação julgada necessária para o seu bom funcionamento.

Os presentes termos e condições gerais de uso e de compra e venda se aplicam a todas as extensões do site Digirio Web & Design em redes sociais ou em comunidades, tanto as já existentes, quanto aquelas ainda a serem implementadas.



4. DA GESTÃO
DO SITE

Para a boa gestão, o editor do site Digirio Web & Design poderá, a qualquer momento:

a) suspender, interromper ou limitar o acesso a todo ou a parte do site a uma categoria específica de internautas;

b) remover toda informação que possa perturbar o funcionamento do site ou que esteja em conflito com normas de Direito brasileiro ou de Direito internacional;

c) suspender o site, a fim de realizar atualizações e modificações.



5. DO CADASTRO

Os serviços disponibilizados no site Digirio Web & Design apenas poderão ser acessados por pessoas plenamente capazes, conforme o Direito brasileiro. Todos aqueles que não possuírem plena capacidade civil - menores de 18 anos não emancipados, pródigos, ébrios habituais ou viciados em tóxicos e pessoas que não puderem exprimir sua vontade, por motivo transitório ou permanente - deverão ser devidamente assistidos por seus representantes legais, que se responsabilizarão pelo cumprimento das presentes regras.

Ao usuário, será permitido manter apenas uma conta junto ao site Digirio Web & Design. Contas duplicadas serão automaticamente desativadas pelo editor do site, sem prejuízo de demais penalidades cabíveis.

Para o devido cadastramento junto ao serviço, o usuário deverá fornecer integralmente os dados requeridos. Todas as informações fornecidas pelo usuário devem ser precisas, verdadeiras e atualizadas. Em qualquer caso, o usuário responderá, em âmbito cível e criminal, pela veracidade, exatidão e autenticidade dos dados informados.

O usuário deverá fornecer um endereço de e-mail válido, através do qual o site realizará todos os contatos necessários. Todas as comunicações enviadas para o referido endereço serão consideradas lidas pelo usuário, que se compromete, assim, a consultar regularmente suas mensagens recebidas e a respondê-las em prazo razoável.

Após a confirmação de seu cadastro, o usuário possuirá um login (apelido) e uma senha pessoais, que deverão ser por ele utilizados para o acesso a sua conta no site Digirio Web & Design. Estes dados de conexão não poderão ser informados pelo usuário a terceiros, sendo de sua inteira responsabilidade o uso que deles seja feito. O usuário compromete-se a comunicar imediatamente ao editor do site quaisquer atividades suspeitas ou inesperadas em sua conta.

Não será permitido ceder, vender, alugar ou transferir, de qualquer forma, a conta.

Será automaticamente descadastrado o usuário que descumprir quaisquer das normas contidas no presente instrumento, sendo-lhe vedado realizar nova inscrição no site.

O usuário poderá, a qualquer tempo e sem necessidade de justificação, requerer o cancelamento de seu cadastro junto ao site Digirio Web & Design. O seu descadastramento será realizado o mais rapidamente possível, desde que não sejam verificados débitos em aberto.



6. DAS RESPONSABILIDADES

O editor se responsabilizará pelos defeitos ou vícios encontrados nos serviços prestados pelo site Digirio Web & Design, desde que tenha lhes dado causa. Defeitos ou vícios técnicos ou operacionais originados no próprio sistema do usuário não serão de responsabilidade do editor.

O editor responsabiliza-se apenas pelas informações que foram por ele diretamente divulgadas. Quaisquer informações incluídas pelos usuários, tais como em comentários e em perfis pessoais, serão de inteira responsabilidade dos próprios.

O usuário é responsável, ainda:

a) pela correta utilização do site e de seus serviços, prezando pela boa convivência, pelo respeito e pela cordialidade no relacionamento com os demais usuários;

b) pelo cumprimento das regras contidas neste instrumento, bem como normas de Direito nacional e de Direito internacional;

c) pela proteção dos dados de acesso à sua conta (login e senha).

O editor não será responsável:

a) pelas características intrínsecas da internet, principalmente relativas à confiabilidade e à procedência das informações circulando nesta rede;

b) pelos conteúdos ou atividades ilícitas praticadas através de seu site.



7. DOS LINKS EXTERNOS

O site Digirio Web & Design pode conter links externos redirigindo o usuário para outras páginas da internet, sobre os quais o editor não exerce controle. Apesar das verificações prévias e regulares realizadas pelo editor, ele se isenta de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo encontrado nestes sites e serviços.

Poderão ser incluídos links nas páginas e nos documentos do site Digirio Web & Design, desde que não sirvam para fins comerciais ou publicitários. Esta inclusão dependerá de autorização prévia do editor.

Não será autorizada a inclusão de páginas que divulguem quaisquer tipos de informações ilícitas, violentas, polêmicas, pornográficas, xenofóbicas, discriminatórias ou ofensivas.



8. DOS DIREITOS AUTORAIS

A estrutura do site Digirio Web & Design, bem como os textos, os gráficos, as imagens, as fotografias, os sons, os vídeos e as demais aplicações informáticas que o compõem são de propriedade do editor e são protegidas pela legislação brasileira e internacional referente à propriedade intelectual.

Qualquer representação, reprodução, adaptação ou exploração parcial ou total dos conteúdos, marcas e serviços propostos pelo site, por qualquer meio que seja, sem autorização prévia, expressa e escrita do editor, é estritamente vedada, podendo-se recorrer às medidas cíveis e penais cabíveis. Estão excluídos desta previsão apenas os elementos que estejam expressamente designados no site como livres de direitos autorais.

O acesso não gera para o usuário qualquer direito de propriedade intelectual relativo a elementos do site, os quais restam sob a propriedade exclusiva do editor.

É vedado ao usuário incluir no site dados que possam modificar o seu conteúdo ou sua aparência.



9. DA POLÍTICA DE PRIVACIDADE


1. Dados pessoais

Todos os dados pessoais fornecidos pelo usuário no momento de seu cadastro ou que venham a ser solicitados posteriormente, a este título, permanecerão sigilosos e não serão repassados a quaisquer parceiros do site, exceto quando essas informações forem indispensáveis para o processamento de compras e de entregas.

Em outras situações, o editor apenas poderá transmitir os dados pessoais a terceiros quando o usuário permiti-lo expressamente ou quando presentes as hipóteses legais previstas no Direito brasileiro, tais como a requisição judicial.

É de responsabilidade do editor a garantia de confidencialidade dos dados pessoais fornecidos pelos usuários, devendo proteger o site contra tentativas de violações ou acessos clandestinos à sua base de dados.


2. Dados de navegação

O site recorre eventualmente às técnicas de "cookies", que lhe permitem analisar as estatísticas e as informações sobre a navegação do usuário. Podem ser fornecidos, por exemplo, dados sobre o dispositivo utilizado pelo usuário e o seu local de acesso. Esta coleta de informações busca melhorar a navegação, para o conforto do usuário, ao permitir apresentar-lhe serviços personalizados, de acordo com suas preferências.

Estes dados de navegação poderão, ainda, ser compartilhados com eventuais parceiros do site, buscando o aprimoramento dos produtos e serviços ofertados ao usuário.

O usuário poderá se opor ao registro de "cookies" pelo site, bastando desativar esta opção no seu próprio navegador ou aparelho. Por outro lado, a desativação deste registro poderá afetar a disponibilidade de algumas ferramentas e alguns serviços do site.



10. DAS OFERTAS E PRODUTOS

Por intermédio do site Digirio Web & Design, o editor fornece ao cliente um catálogo ou uma loja online apresentando com exatidão os produtos e serviços vendidos. Os produtos e serviços estão descritos e apresentados com o maior grau de precisão possível, contendo informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança do usuário.

Os produtos e serviços são colocados à venda até o limite do estoque disponível.

Os preços e as taxas referentes à venda dos produtos e serviços estão precisadas no catálogo ou na loja online.

Antes de finalizar a compra sobre determinado produto ou serviço, o usuário deverá se informar sobre as suas especificações e sobre a sua destinação, bem como a faixa etária para a qual é recomendado. Em se tratando de produto ou serviço adquirido no âmbito de ofertas, o usuário deverá também observar as condições de aplicação destas.

As ofertas serão disponibilizadas no site de acordo com a conveniência do editor. Elas poderão ser concluídas antes do prazo previsto, se o estoque for finalizado e não for possível restabelecê-lo com os fornecedores do site.



11. DOS PREÇOS

O vendedor se reserva o direito de modificar os preços dos produtos e serviços a qualquer momento, publicando-os no site Digirio Web & Design.

Serão aplicadas as tarifas em vigor no momento do pedido, sob reserva de disponibilidade de produtos e serviços nesta data.

Os preços serão indicados em reais e não incluirão as taxas de entrega, as quais virão especificadas à parte e serão informadas ao cliente antes da realização do pedido.

O montante total do pedido, incluindo todas as taxas, será indicado antes da validação final do pedido.



12. DO PAGAMENTO

O pagamento do pedido deverá ser realizado à vista ou à prazo, através dos seguintes meios:

- PagSeguro
- PayPal



13. DA ENTREGA

O prazo de entrega dos produtos ou dos serviços adquiridos no site Digirio Web & Design será informado no momento do pedido, em dias úteis. O tempo para a entrega é calculado conforme o estoque, a região, o processo de emissão da nota fiscal e a preparação do pedido.

Após a finalização do pedido, não poderá ser possível alterar a forma de pagamento, o endereço de entrega ou as condições de entrega do produto, tais como prioridade ou adiantamento.

As entregas serão realizadas diretamente pelo editor, de acordo com as seguintes regras:

  • Dias e horários de entrega:

De segunda à sexta, de 09:00 às 17:00 horas, somente após confirmação do pagamento.




14. DAS TROCAS E DEVOLUÇÕES

A política de trocas e de devoluções do site Digirio Web & Design será regida conforme o Código de Defesa do Consumidor (Lei Federal n. 3.883).

Afora a hipótese de arrependimento do cliente, a troca ou a devolução dos produtos ou dos serviços adquiridos apenas será realizada mediante verificação de vícios de qualidade ou quantidade que os tornem impróprios ou inadequados ao consumo a que se destinam ou que lhes diminuam o valor. Também poderão ser trocados ou devolvidos os produtos ou serviços que apresentem disparidade com as indicações constantes do recipiente, da embalagem, rotulagem ou mensagem publicitária, respeitadas as variações decorrentes de sua natureza.

O usuário deverá comunicar o vendedor, por meio de seu serviço de atendimento, tão logo constate o vício no produto ou serviço adquirido. Se, no prazo máximo de 30 (trinta) dias, não for possível resolver o vício ou, independente deste prazo, a substituição das partes viciadas puder comprometer a qualidade ou características do produto ou serviço, diminuir-lhe o valor ou se tratar de produto ou serviço essencial, o cliente poderá optar pela substituição do produto por outro de mesma espécie ou pela reexecução do serviço, pela devolução da quantia paga ou pelo abatimento proporcional do preço.



15. DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO USUÁRIO

Em caso de dúvidas, sugestões ou problemas com a utilização do site Digirio Web & Design, o usuário poderá contatar diretamente o seu serviço de atendimento, através do endereço de e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., bem como do telefone: (21) 4062 - 7440 ou  (21) 98208 - 0350. Estes serviços de atendimento ao usuário estarão disponíveis nos seguintes dias e horários:

De segunda à sexta, de 09:00 às 17:00 horas

O usuário poderá, ainda, optar por enviar correspondência ao endereço da sede do site Digirio Web & Design, informado no início deste documento.



16. DAS SANÇÕES

Sem prejuízo das demais medidas legais cabíveis, o editor do site Digirio Web & Design poderá, a qualquer momento, advertir, suspender ou cancelar a conta do usuário:

a) que descumprir quaisquer dos dispositivos contidos no presente instrumento;

b) que descumprir os seus deveres de usuário;

c) que praticar atos fraudulentos ou dolosos;

d) cujo comportamento constitua ou possa vir a importar ofensa ou dano a terceiro ou ao próprio site.



17. DAS ALTERAÇÕES

A presente versão dos termos e condições gerais de uso e de compra e venda foi atualizada pela última vez em: 24/01/2017.

O editor se reserva o direito de modificar, a qualquer momento e sem qualquer aviso prévio, o site e os serviços, bem como as presentes normas, especialmente para adaptá-las às evoluções do site Digirio Web & Design, seja pela disponibilização de novas funcionalidades, seja pela supressão ou modificação daquelas já existentes.



18. DO DIREITO APLICÁVEL E DO FORO

Para a solução das controvérsias decorrentes do presente instrumento, será aplicado integralmente o Direito brasileiro, notadamente a sua legislação consumerista.

Os eventuais litígios deverão ser apresentados no foro da comarca em que se encontra a sede do editor do site.




Seja bem-vindo(a)!

A equipe do site Digirio Web & Design lhe deseja uma excelente navegação!

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Lojas físicas vão para internet para melhorar vendas em ano de crise

Nos primeiros quatro meses do ano, faturamento do comércio eletrônico cresceu 11%. Número de lojas virtuais cresceu 42% no primeiro semestre.

A crise fez muito comerciante mudar de endereço. Milhares de lojas foram parar na internet para melhorar as vendas. O comércio de um modo geral teve resultados ruins, mas no comércio eletrônico é diferente. No primeiro semestre, bombou.

O número de lojas virtuais cresceu mais de 40% no primeiro semestre. O desafio delas agora é fazer com que as páginas funcionem bem nas telas menores, dos celulares e tablets. Isso para conseguir aumentar ainda mais as vendas.

O ponto é bom. O produto, desejado. E os preços, de mercado. Mesmo assim, a Claudia sentiu aquele friozinho na barriga de quando as vendas não andam bem. “A loja física estava em um movimento muito lento por causa da crise e a gente sentiu a necessidade de ter mais um canal de venda. Aí pensamos em criar um online”, diz a administradora de empresa Cláudia Venâncio.

Juntos, ela e o marido, que trabalha na área de tecnologia, criaram uma loja virtual. O diferencial é um atendimento que tenta trazer o cliente, que ninguém vê, para bem pertinho, respondendo as dúvidas em um bate-papo online. O resultado está dando mais um friozinho na barriga. Mas dessa vez, a emoção é boa. “O resultado tem sido ótimo. A gente espera no próximo trimestre vender mais pela loja virtual do que pela loja física”, afirma o especialista em tecnologia, André Venâncio.

A loja online foi criada no início do ano em um espaço virtual voltado para quem está começando e ainda não tem tamanho. No primeiro semestre, 55 mil novas lojas online nasceram nessa plataforma, 42% mais que no mesmo período do ano passado.

Quase 40% dos acessos às lojas virtuais são feitos pelos dispositivos móveis, os celulares e tablets. Mas só uma em cada dez vendas são feitas por eles. Um desafio para quem quer ter crescimento real no mundo virtual é investir em sites que rodam bem em telas menores.

A experiência mostrou para Felippe que esse era o caminho. A loja dele começou em 1954. A papelaria mudou de endereço algumas vezes, até ganhar também o endereço eletrônico.

“O site se complementa com a loja física. Muitas vezes, a pessoa vê o produto no site e acaba vindo na loja física”, afirma o comerciante Felippe Naufel.

Nos primeiros quatro meses do ano, o faturamento do comércio eletrônico cresceu 11%. O valor médio das compras hoje é de R$ 378. “O comercio eletrônico hoje ele é mais um canal de venda para os varejistas e, principalmente, ele é uma possibilidade do consumidor analisar melhor as ofertas, analisar melhor um determinado produto antes de, efetivamente, realizar uma compra”, analisa o diretor executivo da E-Bit André Ricardo Dias.

O analista de marketing digital Thiago Ciafreis abriu uma loja virtual há três meses. Os produtos mais vendidos no site dele são telescópios e binóculos por causa da proximidade do dia dos pais. A loja de presentes nasceu em março como plano B para Thiago conseguir uma grana extra. Hoje está sobrando um dinheirinho para aumentar o estoque e crescer mais. “Todo mês tem dobrado de tamanho. Daqui um ano, acho já vai estar girando legal”, conta.

Só nos primeiros quatro meses deste ano, o setor de e-commerce faturou R$ 12 bilhões.

 

Edição do dia 17/07/2015

 

BOM DIA BRASIL

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e-Commerce fatura R$ 3,02 bilhões nos últimos 5 dias de novembro

Um crescimento de 44% em relação ao mesmo período do ano passado, que vai da quinta-feira anterior à Black Friday (26/11) até a a Cyber Monday (30/11), segundo a e-Bit.

A edição 2015 da Black Friday injetou no e-commerce brasileiro R$ 3,02 bilhões, considerando o período que vai da quinta-feira anterior à Black Friday (26/11) até a a Cyber Monday (30/11). O valor representa um crescimento de 44% em relação a 2014. Foram realizados 5,8 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que no mesmo período de 2014, com ticket médio de R$ 521, alta de 16%.

“Mesmo diante de um cenário econômico desfavorável no Brasil, podemos afirmar que a Black Friday foi um sucesso no e-commerce em 2015. O ritmo de compras foi intenso durante todos os dias do evento. Apenas na sexta-feira, mais de 1,6 milhão de consumidores aproveitaram as ofertas, com um gasto médio de R$ 980 por pessoa”, afirma André Ricardo Dias, diretor executivo da E-bit.

A E-bit apurou também que a satisfação dos e-consumidores em relação ao “preço do produto” aumentou, se comparado a outubro. Os 73% de “satisfeitos e muito satisfeitos” subiram para 77%, nesses dias de ofertas especiais (período de quinta a segunda-feira).

“Notamos que os consumidores definitivamente adotaram os dispositivos móveis durante a Black Friday. No total, mais de 11% das vendas foram realizadas por smartphones ou tablets, sendo que durante alguns períodos do dia o percentual chegou a 17% das vendas“, afirma o executivo.

Cyber Monday

Somente nesta segunda-feira, o resultado das vendas foi de R$ 294 milhões, um crescimento nominal de 56% em relação à Cyber Monday do ano passado, segundo a e-Bit. Com 679 mil pedidos (alta de 24%), o ticket médio ficou em R$ 433 (26% maior).

“O curioso foi que, apesar de a Cyber Monday ter surgido para elevar as vendas em produtos de Eletrônicos, as outras categorias se sobressaíram nas vendas, o que mostra que muitas pessoas ainda aproveitaram esse dia extra além da Black Friday para comprar o que não havia conseguido nos dias anteriores”, comenta o executivo.

O número é maior que o divulgado pela ClearSale, que se baseia apenas no movimento das lojas cadastradas pela Busca Desconto, organizadora de ambos os eventos, Black Friday e Cyber Monday. De acordo com a ClearSale, a segunda-feira de descontos movimentou R$ 196,19 milhões, a partir 518,962 mil pedidos. Já o ticket médio alcançou a marca de R$ 378,05.

Em relação a fraudes na Cyber Monday, a ClearSale informa o número de fraudes evitadas. No total, R$ 1.369.300,35 foram evitados em perdas.

Para Juliano Motta, diretor geral da CyberMondayBrasil.com.br, os dados são positivos. “Apesar da Cyber Monday não ter tanta tradição no Brasil como a Black Friday, pudemos observar pela primeira vez um esforço maior dos varejistas para trazer uma boa experiência de compra”, comenta.

Segundo Omar Jarouche, gerente de inteligência estatística da ClearSale, a exposição contribui diretamente para o faturamento da data. “A Cyber Monday ainda não é vista como uma big date. Porém, a tendência é que esse cenário mude e nos próximos três anos, a Cyber Monday atinja o patamar da Black Friday, assim como nos Estados Unidos”, afirma.

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Com um volume bruto de mais 8,6 bilhões de Reais e a expectativa de crescer 8% em 2016, o e-commerce contraria o cenário econômico atual.

Como num passe de mágica, o consumidor sumiu das lojas físicas. Os indicadores do varejo nos últimos meses não têm sido nada animadores.

Acabaram o crédito fácil, o sonho do pleno emprego, a confiança do consumidor e a massa salarial do trabalhador brasileiro.

Mas não são só notícias ruins que eu trouxe nesse texto. Há um setor que cresceu 22% em 2015, apesar da crise política e econômica.

Um volume bruto de mais 8,6 bilhões de Reais em crescimento. E a coisa não para por aí. A expectativa é de crescer 8% em 2016, contrariando o cenário econômico atual.

Que setor é esse? São as vendas pela Internet, o chamado e-commerce ou comércio eletrônico.

Quer saber como isso tem sido possível?

Em primeiro lugar ainda há muita gente no Brasil que nunca comprou pela Internet. Segundo dados da ABComm, Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (www.abcomm.org) quatro milhões de brasileiros fizeram sua primeira compra pela Internet em 2015. Esse número deve se repetir em 2016.

É um volume bastante significativo de novos consumidores chegando ao canal e que ajuda a oxigenar o faturamento.

O perfil desses novos compradores é bem diversificado. O motivo pelo qual nunca compraram também. Destaque para o público mais velho, com idade acima de 50 anos. Um perfil que até agora ainda desconfiava da segurança do canal online, mas que aos poucos ganha confiança para fazer seu primeiro pedido numa loja virtual.

Outro perfil de novos e-shoppers é o com faixa etária entre 18 e 21 anos. Esse público nunca teve medo de comprar pela Internet, faltava era dinheiro no bolso. Conforme atingem a idade economicamente ativa e tem acesso ao primeiro cartão de crédito, não pensam duas vezes antes de decidir em que canal comprar.

As mulheres também se destacam. Mais de 60% dos novos compradores é do sexo feminino. Mulheres adoram comprar pela Internet e contam isso para todo mundo. Que outro fator é tão influenciador de compras quanto a recomendação de um amigo?

Esse público tem aumentado a participação da venda online de produtos de categorias tais como moda, saúde e beleza. Ajuda mais ainda o fato que essas são categorias que tem uma frequência de compra mais elevada.

Comprar pela Internet é sempre mais barato.

Outro fator que vai ajudar o e-commerce brasileiro esse ano, é a percepção do consumidor de que comprar pela Internet é sempre mais barato. Em tempos de crise as pessoas querem poupar cada centavo.

Eles comparam preços em sites especializados, buscam melhores ofertas em marketplaces e pesquisam minunciosamente cada detalhe do produto e leem as avaliações feitas por outros consumidores antes de decidirem que marca e em que loja irão comprar.

O consumidor está muito mais sensível a preços e parcelamento. O prazo de entrega já não influencia tanto na decisão de compra. O que o consumidor quer mesmo é uma boa oferta. Mesmo que preciso esperar uns dias a mais para receber o produto.

Esse é um dos motivos que fez o Black Friday ficar tão forte no calendário do e-commerce brasileiro. Essa já é a segunda data mais importante para o comércio eletrônico brasileiro, atrás apenas do Natal.

Outra notícia boa para as lojas virtuais brasileiras: o dólar em alta assustou os brasileiros que gostam de comprar em sites internacionais. Só no ano passado esses brasileiros gastaram oito bilhões de Reais em lojas virtuais estrangeiras. Apesar de continuar em crescimento, sites chineses e norte-americanos, andaram perdendo alguns clientes esse ano.

Não custa lembrar que no quarto trimestre de 2008, no auge da crise financeira que foi a maior da história do capitalismo desde a grande depressão de 1929, o e-commerce cresceu 6% nos Estados Unidos.

Outra questão que deve ser pontuada é o aumento de desemprego comparado com as oportunidades no comércio eletrônico.

Atualmente há um paradoxo no Brasil. Enquanto milhões de brasileiros estão sem emprego, as empresas têm dificuldade em encontrar especialistas qualificados em comércio eletrônico e marketing digital.

Há muita gente que diz que sabe, ou pensa que sabe, mas na hora de fazer na prática, falha.

Se hoje em dia há necessidade de competências digitais para quase todos os tipos de trabalho e profissões existentes, não importa se a carreira é engenharia, contabilidade, enfermagem, medicina, arte ou arquitetura, entre outras, imagine então dentro das empresas e no varejo mais especificamente.

Investir em e-commerce é um bom negócio para o varejo em tempos de crise. O consumidor ainda está por lá. E você?

Sua empresa está na Internet?

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postado em Artigos Conteúdo ONDV Em Destaque no site: www.onegociodovarejo.com.br/

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Comércio eletrônico fatura R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre do ano, aponta Webshoppers

Crescimento foi impulsionado pelo aumento do tíquete médio, que alcançou R$ 377, 13% a mais em relação ao mesmo período do ano passado

O relatório, que estará disponível para download gratuito a partir do dia 20/08 no site www.ebit.com.br/webshoppers, ainda traz capítulo exclusivo a respeito do uso de dispositivos móveis nas compras online

A E-bit/Buscapé, unidade especializada em informações do comercio eletrônico do Buscapé Company, divulga os resultados da 32ª edição do relatório WebShoppers, levantamento mais completo do setor que traça um raio-X do e-commerce e conta com o apoio de divulgação da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net). Segundo o estudo, o setor faturou R$ 18,6 bilhões no primeiro semestre de 2015, crescimento nominal de 16% na comparação com o mesmo período de 2014, quando se faturou R$ 16,1 bilhões.

O grande impulsionador deste resultado foi o tíquete médio, 13% maior em relação ao primeiro semestre de 2014, atingindo valor médio de R$ 377, justificado tanto pelo aumento dos preços no setor quanto pelo maior volume de vendas em categorias como Eletrodomésticos e Telefonia/Celulares.

Ao total, 17,6 milhões de pessoas fizeram pelo menos uma compra em lojas virtuais brasileiras, contabilizando 49,4 milhões de pedidos neste período, o que representa uma queda de 7% no volume de compradores, que pode ter sido potencializada pelos light users, aqueles que costumam realizar ao menos um pedido na Internet por semestre, mas que dessa vez não compraram nada.

Uso de dispositivos móveis para compras online

Para esta edição, a E-bit/Buscapé realizou uma pesquisa exclusiva, com 2.204 usuários de Internet, em junho deste ano, para analisar alguns aspectos de comportamento quanto ao uso de dispositivos móveis em compras online. O estudo aponta que 83% dos e-consumidores respondentes possuem pelo menos um dispositivo móvel e a conexão por wi-fi (por smartphone ou tablet) em casa é o hábito mais comum de acesso à Internet para 84% dos participantes; seguido por wi-fi no trabalho, em 39%; e por operadoras, 36% pós-pago e 32% pré-pago.

Casa e trabalho são também os ambientes mais citados para as compras online, por 95% e 46% dos entrevistados, respectivamente; seguidos de casa de amigos ou parentes, 9%. O levantamento mostra, ainda, que 14% efetuaram a aquisição de um produto através de um dispositivo móvel estando dentro da loja física nos últimos seis meses, o que denota uma maior utilização dos aparelhos móveis dentro de lojas físicas, durante o processo da compra, para pesquisa de produtos, preços e lojas.

De acordo com o diretor executivo da E-bit/Buscapé, André Ricardo Dias, “a jornada do consumidor online certamente será impactada de maneira cada vez mais intensa pelos dispositivos móveis, afinal os smartphones estão nas mãos dos consumidores em praticamente 100% do tempo e essa percepção vale como chamariz para incentivar o investimento pelas empresas do varejo para o desenvolvimento de sites responsivos”.

Satisfação dos clientes pelo NPS

O NPS (Net Promoter Score), que mede a satisfação e fidelização dos clientes que realizam compras pela Internet atingiu, em junho de 2015, seu melhor resultado desde que a E-bit/Buscapé começou a aplicar a metodologia, chegando a 65%. No início do ano, o índice estava em 56,9% e cresceu gradualmente em todos os meses. Um dos fatores que contribuiu para o aumento foi, sobretudo, a redução nos atrasos das entregas (de 14,4% a 8,62%, do 1º semestre/2014 para 1º semestre/2015).

Quando o assunto é meios de pagamento, houve mudança na estratégia das lojas online para diminuir vendas parceladas. No primeiro semestre do ano, 54,2% dos pedidos foram realizados com pagamento à vista ou em até três parcelas. Neste ano, apenas 3,59% dos pedidos foram realizados com parcelamentos acima de 11 vezes, percentual menor que do ano passado, quando se registrou 7,95%.

Projeção para 2015

Para o acumulado de 2015, a E-bit/Buscapé prevê que o e-commerce alcance um faturamento de R$ 41,2 bilhões, 15% maior que no ano passado. Estima-se, também, um aumento de 5% no total de pedidos para o segundo semestre, chegando a um total de 108,2 milhões até o final do ano.

Índice FIPE/Buscapé aponta aumento dos preços

Pelo Índice FIPE/Buscapé, principal fotografia que analisa a variação dos preços praticados no comércio eletrônico brasileiro, considerando um período entre janeiro e junho de 2015, a variação acumulada foi de 3,73%, indicando recente aumento dos preços em geral.

Desde o início do estudo, em 2011, o índice registrou aumento no valor médio dos preços em apenas quatro períodos, sendo que, destes, três foram registrados somente no primeiro semestre de 2015. No total, a média de preços apresentou queda em 38 das 42 variações anuais, demonstrando a tendência do e-commerce em ofertar produtos com preços mais competitivos que o varejo tradicional.

A 32ª edição do relatório WebShoppers tem o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), E-Commerce Brasil e IAB, na divulgação dos dados para o mercado. O relatório completo estará disponível para download gratuito a partir desta quinta-feira, 20 de agosto, no site www.ebit.com.br/webshoppers.

Fonte: asssessoria de imprensa E-bit/Buscapé

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